WWF aponta o Brasil como o quarto emissor mundial de gases do efeito estufa

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O Brasil é o quarto maior emissor de carbono - o principal gás do efeito estufa. A avaliação é da superintendente de Desenvolvimento Organizacional da organização não-governamental Fundo Mundial para a Natureza (WWF), Regina Cavini, uma das organizadoras da Hora do Planeta 2009, evento que aconteceu no último sábado, entre as 20h30 e as 21h30, com o objetivo de incentivar o apagar de luzes, de casas, prédios públicos e monumentos em todo o país.

“O Brasil é o quarto emissor de gases de efeito estufa no mundo e a principal causa da emissão no país é o desflorestamento e as queimadas na região Amazônica”, afirmou Regina. Segundo ela, ao contrário de outros países, o Brasil não tem sua matriz energética baseada em combustíveis fósseis, mas tem a queimada na Amazônia contribuindo para lançar toneladas de carbono na atmosfera.

A integrante do WWF disse que existem avanços na política brasileira para o meio ambiente, mas também previu enormes desafios nos próximos anos.

“O WWF vê que o governo brasileiro tem feito um esforço grande para controlar o desmatamento na Amazônia, mas isso não pode ser só um esforço do governo, tem o papel das empresas também e de toda a sociedade, de estarem contribuindo para esse resultado”, enfatizou.

A ambientalista reconheceu que eventos como a Hora do Planeta são insuficientes para levar a mudanças concretas, mas destacou que o movimento carrega um simbolismo importante para as populações de todas as partes do mundo.

“A Hora do Planeta é insuficiente, não vai dar conta do problema, mas é uma forma das pessoas mostrarem para os governos que a questão ambiental do aquecimento global é muito importante”, definiu.

De acordo com ela, a verdadeira mudança só vai ocorrer a partir de cada indivíduo. “Temos que ser mais eficiente energeticamente, durante as escolhas de compra, optando por eletrodomésticos que utilizem menos energia e nos hábitos pessoais, usando menos água e separando o lixo. São pequenas coisas que a gente pode ir mudando e que, no final, se todos fizerem, representam um grande resultado.”

Fúlvio Costa com informações do WWF
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Imagens da Hora do Planeta 2009

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Veja as imagens da Hora do Planeta 2009. O mundo deu seu voto para a conscientização ambiental.















Imagens: Agência O Estadão
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Hora do Planeta deu nos principais jornais do Brasil

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Folha de São Paulo: Mundo ficou às escuras na Hora do Planeta
Esta campanha pretende pressionar os líderes mundiais que irão à Conferência sobre Mudança Climática de Copenhague, em dezembro, a firmar uma redução "definitiva" da emissão de gases que provocam o efeito estufa. No total, 88 cidades brasileiras participaram da campanha

O Estadão: Mundo vive 'apagão' voluntário contra o aquecimento global
Quando a campanha 'Hora do Planeta' (Earth Hour, na versão em inglês) começou, em 2007, apenas Sydney, na Austrália, apagou as suas luzes. Mas, a repercusão foi tão grande que, no ano seguinte, outras cidades australianas e várias metrópoles espalhadas pelo mundo também quiseram participar. Neste ano, ela se espalhou por todo o mundo.
Mundo vive 'apagão' voluntário

Correio Braziliense: Mundo ficou às escuras na Hora do Planeta
Milhares de pessoas em todo o mundo apagaram voluntariamente as luzes entre 20h30 e 21h30 deste sábado (28/03) para protestar contra as mudanças climáticas e o aquecimento global. A manifestação, denominada Hora do Planeta (Earth Hour, na versão em inglês) e promovida pela ONG ambientalista WWF, começou em 2007, em Sydney, na Austrália. A repercussão foi tão grande que, no ano seguinte, outras cidades australianas e várias metrópoles espalhadas pelo mundo também quiseram participar. Neste ano, a campanha se espalhou por todo o mundo.


O Globo:
‘Hora do Planeta’ apaga monumentos em várias partes do mundo. Nosso site também aderiu
Os mais importantes monumentos, pontos turísticos e prédios das principais cidades do mundo apagaram suas luzes neste sábado contra o aquecimento global (...).
O protesto fez parte da Hora do Planeta, movimento proposto pela ONG ambientalista Fundo Mundial para a Natureza (WWF). O Globo desenvolveu desde o início da semana, uma série de ações em apoio à Hora do Planeta. Uma delas em parceria com a WWF-Brasil, incentivando os internautas a usarem o Twitter para aderir à campanha. Através do serviço global de mensagens rápidas cada um pode dizer o que estava fazendo para demonstrar sua preocupação com o aquecimento global.

Jornal do Brasil: Luzes apagadas em pontos turísticos do Brasil
Na primeira participação na Hora do Planeta (Earth Hour, em inglês), ícones do Brasil tiveram suas luzes apagadas por volta das 20h30, para o evento que busca a mobilização mundial de pessoas, governos e empresas contra o aquecimento global. O Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, e a Ponte Estaiada, em São Paulo, foram dois dos monumentos que ficaram às escuras.

O Estado de Minas: BH adere ao "Hora do Planeta" e vai apagar as luzes
Em Minas e BH, das 20h30 às 21h30, as luzes do Palácio da Liberdade, sede do governo mineiro, e a sede do Sistema Estadual de Meio Ambiente, no Centro, estarão apagadas, assim como a sede central da prefeitura, na Avenida Afonso Pena, além do prédio onde funciona a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e a Igrejinha da Pampulha.
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Hoje as Luzes se apagam e a consciência acende

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Hoje é o grande dia. 371 cidades de 74 nações apagarão as luzes em prol da conscientização ecológica e busca do equilíbrio ambiental. Hora do Planeta 2009, uma iniciativa do movimento Amplo Fundo Mundial para a Natureza (WWF), ganha, entre as 20h30 e 21h30 a adesão das principais capitais do planeta: Londres, Beijing, Roma, Moscou, Los Angeles, Hong Kong, Dubai, Cingapura, Atenas, Buenos Aires, Toronto, Sydney, Cidade do México, Istambul, Copenhague, Manila, Las Vegas, Bruxelas, Cidade do Cabo e Helsinki, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Porto Alegre, Manaus.

O Brasil é um dos países a participar da Hora do Planeta 2009. O ato teve início na Austrália, no ano de 2007, e ainda é um evento pouco conhecido. Ano passado o acontecimento de conscientização totalizou a participação de 371 cidades de 35 nações. O Brasil estreia este ano. A sua admissão aconteceu em 28 de janeiro, durante o evento de lançamento da Hora do Planeta no Brasil, com o anúncio da adesão oficial da cidade do Rio de Janeiro, que conta também com mais quatro capitais e mais 12 cidades.

Fúlvio Costa


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Ilha desaparece na Barra da Tijuca e gera discussão entre autoridade ambiental e geógrafo da UFRJ

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O desaparecimento de uma ilha no litoral da Barra da Tijuca (RJ) está gerando polêmicas de autoridades ambientais e um estudo feito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Um geógrafo da instituição afirma que o que desapareceu foi uma ilha, enquanto que ambientalistas acreditam ser apenas um banco de areia.

De acordo com critérios de livros escolares, ilha é caracterizada por uma porção de terras cercada por água. Já os ambientalistas se defendem do desaparecimento da ilha porque ela atrapalhava o sistema de lagoas na Baixada de Jacarepaguá.

“Toda ilha, a rigor, foi uma coroa de areia. Se fizeram essa dragagem sem nenhum critério, sem prestar contas à sociedade, cometeram mais um atentado ambiental”, adverte o professor do Instituto de Geociências da UFRJ Elmo Amador. “Aquela ilha já estava consolidada, com vegetação, formação consistente, e abrigava um ecossistema. Ou seja, tinha uma importância ecológica”, completa o professor.

A ilha teria desaparecido na gestão da governadora Rosinha Garotinho (2003-2006), durante o programa de despoluição da lagoa da baixada de Jacarepaguá.

Fúlvio Costa, com informações do G1
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Próxima data importante: 15 de abril, Dia da Conservação do Solo

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Você irá saber aqui no blog Aspecto Ecológico como se deve cuidar da conservação do solo e por que devemos proteger a saúde da terra para que ela nos dê bons frutos. Irá ficar por dentro também do motivo de não ser correto trabalhar com queimadas, agro-tóxicos, arado e outros. O solo é vivo, assim como os animais e as florestas.

Fúlvio Costa
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Hoje: Dia Internacional da Água

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Você a usa a partir do momento que acorda. O dia inteiro você tem contato com este bem natural intrínseco à vida do planeta e de seus habitantes. É isso mesmo. Estou falando da água e de sua importância para a humanidade. Hoje, 22 de março, o mundo inteiro celebra o seu dia por meio de eventos, aulas, palestras, fóruns.

Ao falar de água, principalmente no dia em que celebramos a sua importância, não podemos esquecer dos números alarmantes que a tornam cada vez mais escassa em várias regiões do planeta. Atualmente, 3 bilhões de pessoas, aproximadamente, enfrentam problemas com o abastecimento de água. Além de 97% da água do planeta ser salgada e, apenas 2% ser doce; isso sem tirar as geleiras, que são inacessíveis, e os rios e lagos poluídos. O que nos deixa apenas com 1% de água para consumir.

Hoje, no dia da água, mais do que nunca o planeta é obrigado a usá-la com parcimônia. Segundo dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), a cada 19 segundos, uma criança morre vítima de falta de saneamento básico e 1 bilhão não possui acesso a água. No Brasil esses dados são alarmantes: 25% da população não têm saneamento básico adequado.

Fórum Mundial da Água
Istambul, capital da Turquia, encerra hoje, 22, o 5º Fórum Mundial da Água, evento que acontece a cada três anos. Mais de 150 países, inclusive o Brasil, participam do evento, representados por políticos, gestores, formadores de opinião e especialistas. O objetivo do Fórum é discutir formas de adaptação contra o aquecimento global, causado, principalmente, pela urbanização das cidades.

Participação do Brasil
A Agência Nacional de Águas (ANA) é a representante do Brasil e apresenta, entre outros, temas como: gestão sustentável das águas subterrâneas, gestão de recursos hídricos em países federativos, Integração e disseminação de dados. Em parceria com Itaipu Binacional, a ANA tem um stand no evento que é usado pela comitiva brasileira para reuniões, encontros com autoridades e como estação de trabalho. Como propostas a serem concretizadas, o Brasil apresenta no evento uma das propostas que foram colocadas no Fórum de Águas das Américas, organizado como preparatório para o FMA, ocorrido em Foz do Iguaçu, ano passado. Entre as propostas colocadas: “Inclusão social e erradicação da pobreza por meio do acesso universal da água e do saneamento básico”.

História do Fórum
Realizado a cada três anos, o FMA surgiu em 1997, e é uma promoção do Conselho Mundial da Água [World Water Council – WWC], cujo objetivo é formular propostas concretas e chamar a atenção do planeta para os recursos hídricos. Marrakesh, no Marrocos foi o primeiro país a sediar o evento. Em 2000, a edição aconteceu em Haia, na Holanda. Kyoto, no Japão sediou a 3ª edição, com o recorde de 24 mil participantes. 2006 foi a vez da Cidade do México.

Fúlvio Costa, com informações da Agência Nacional de Águas
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Dica ecológica para este fim de semana

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Ser original está na moda. Então, não perca tempo. Veja essas belas pulseiras feitas com fios de telefone. Pelo entrançado, não é difícil tentar fazer a sua. Experimente, além de a natureza agradecer, você estará sendo ecologicamente correto.
Material encontrado AQUI

Fúlvio Costa


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Novas cidades brasileiras aderem ao movimento Hora do Planeta 2009

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Além da cidade maravilhosa, o Rio de Janeiro, passam a integrar o movimento Hora do Planeta 2009 as capitais Brasília, Manaus, Curitiba e mais 16 cidades brasileiras. O movimento é uma idealização da Rede WWF [World wide Fund for Nature] em português: Amplo Fundo Mundial para a Natureza, que já conta com 375 cidades do Brasil e do exterior cujo compromiso é desligar as luzes e mantê-las apagadas durante 60 minutos, entre as 20h30 e 21h30 do próximo dia 28 de março.

Em Brasília serão desligadas as luzes da Esplanada dos Ministérios, dos palácios do Governo e Congresso Nacional. Em Manaus seus principais monumentos, como as luzes da fachada e interior do Teatro Amazonas, um importante ícone do norte do país, bem como o Largo São Sebastião serão desligados. Já em Curitiba serão apagadas as luzes de pontos turísticos, como o Teatro do Paiol, Fonte dos Anjos, Torre da Biodiversidade, Estufa do Jardim Botânico e Linha Verde - monumento de bambu, e as fontes das praças Santos Andrade e Generoso Marques.

A meta é divulgar este ato simbólico de combate ao aquecimento global por todo o planeta. Entre as centenas de cidades confirmadas para participar, estão 37 capitais federais e algumas grandes cidades do mundo, como Londres, Beijing, Roma, Moscou, Los Angeles, Hong Kong, Dubai, Cingapura, Atenas, Buenos Aires, Toronto, Sydney, Cidade do México, Istambul, Copenhague, Manila, Las Vegas, Bruxelas, Cidade do Cabo e Helsinki.

O Brasil é um dos 74 países a participar da Hora do Planeta 2009. A Hora do Planeta teve início na Austrália, no ano de 2007, e ainda é um evento pouco conhecido. Ano passado o ato de conscientização totalizou a participação de 371 cidades de 35 nações. O Brasil estreia este ano. A sua admissão aconteceu em 28 de janeiro, durante o evento de lançamento da Hora do Planeta no Brasil, com o anúncio da adesão oficial da cidade do Rio de Janeiro. Leia mais. Clique AQUI

Fúlvio Costa
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A imagem fala por si só

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Não são necessárias palavras quando a imagem fala por si só. Veja o que te diz esta bela fotografia. Descoberta AQUI


Fúlvio Costa
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Prosa natural

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Aves de rapina no ar nos insinuam a olhar e a contemplar a liberdade de quem goza da vida em abundância, eis uma questão a se pensar. Pensar em quê? Em voar? Não! Pensar que ao olhar a ave voar flamejam para os nossos olhos o augúrio de quem está a cantar. Cantar a vida, o tempo, e o infinito.

Ainda no ar, olhos vislumbram nuvens. Mas o que são as nuvens senão pedaços de algodão sobre nossas cabeças? São os sinais mais fiéis de que ainda há água a se preservar. A união desses algodões naturais nos convida a observar o espetáculo que está a acontecer. Quando brancas, formam desenhos e amenizam o calorão, ou o assanham. Quando negras, nos dizem: abram os braços, e deixem-se molhar pela fonte da vida.

Outro recado é nos dado, basta a atenção se voltar para os efeitos naturais. A predação, por exemplo, é sem dúvida, um dos aspectos ecológicos mais belos da vida. Não tão belo é apreciá-lo quando animais lutam entre si pela sobrevivência, pelo saciar a fome. Parece ser horrível pensar que animais comem-se entre si, mas trata-se de uma ação para preservar o equilíbrio ecológico. Simplesmente natural.

Não-natural é ver que homens destroem os animais, não pela sobrevivência, mas pelo simples prazer de matar. É natural? Não. Mas é o gesto mais claro de que ele aos poucos destrói a si mesmo. Este si: é remetido a alguém que pode estar no presente e no futuro – ainda por vir. Se a natureza pede socorro, isso explica que este socorro é um grito daqueles que ainda estão por viver neste planeta. Conservemos, pois, as condições de nosso único habitat – nossa única casa: Gaia, a nossa Galha.


Fúlvio Costa
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Grandes atitudes surgem de simples ideias

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A frase é certeira: Grandes atitudes podem surgir de simples ideias, você concorda? Então, que tal essa sugestão de limpeza do seu automóvel, bem como das ruas aonde você passa todos os dias? Não é raro ver, principalmente nas grandes cidades, o mau exemplo de lançar pela janela do carro latinhas de refrigerantes, sacos plásticos, palitos de picolés, etc. Mas como dizem as Organizações Tabajara: “Seus problemas acabaram”. Olhe as imagens e veja o tutorial completo, AQUI.

Fúlvio Costa








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Flores luminosas com caixas de ovos

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Você já parou para pensar sobre o que fazer com suas caixas de ovos? Isso mesmo. Aquelas que você joga fora logo após colocar os ovos na geladeira. A ideia é reutilizá-las em uma apropriada luminária romântica em formato de flores luminosas, que, de acordo com sua criatividade, pode ser espalhada numa porta, ou em vários ambientes da casa ou escritório. Além de ser ecologicamente correta. Confira nas fotos abaixo. Vale apena.

A informação é daqui

Fúlvio Costa








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Polícia Federal prende 72 e desmonta quadrilha internacional de tráfico de animais silvestres

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Quarenta e dois cariocas, um tcheco [responsável pela ligação com os compradores europeus, de Portugal, Suíça e República Tcheca] mais 11 na Bahia; em Minas Gerais, quatro, sendo que dois são de Belo Horizonte e mais duas de Uberlândia, isso até as 15h de ontem. Este é o resultado da operação Oxóssi da Polícia Federal que age para desmontar quadrilhas internacionais de traficantes de animais silvestres para o exterior e o comércio em feiras do Rio de Janeiro.

A repressão está sendo feita por 450 policiais, que têm 102 mandados de prisão e 140 mandados de busca e apreensão para os estados do Maranhão, Pará, Sergipe, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Rio Grande do Sul. O delegado responsável pela investigação, Alexandre Saraiva, afirmou que crimes ambientais desse porte são realizados no Brasil "porque exigem pouco investimento, a lei é branda e são extremamente rentáveis. Um ovo de arara azul, por exemplo custa 3 mil euros".
Os criminosos foram encaminhados para superintendência da PF no Rio de Janeiro.


Oxóssi, um orixá da Umbanda e do Candomblé
Oxóssi é um orixá da caça e da fartura. Do iorubá, òSóòsì, identificado no jogo do merindilogun pelo vodu obará. Sua origem vem da região de Ketu, na Iorubalândia[parte da Nigéria e do Benin], na África. A maioria de seus sacerdotes foram escravizados, mortos ou enviados ao Brasil.

Aqui, ele é um dos orixás mais populares no candomblé e na umbanda. Sendo que na primeira ele se tornou rei da nação Ketu e na última é patrono da linha dos caboclos, uma das mais ativas da religião. Oxóssi foi preservado apenas no Brasil e em Cuba. É simbolizado pela cor verde na Umbanda e na cor azul ou prateada no Candomblé. Seu habitat é as florestas.

Fúlvio Costa
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Seminário Nacional em defesa da Reforma Agrária e do Meio Ambiente organiza frente contra a alteração do Código Florestal brasileiro

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Realizou-se ontem, 10, no auditório Petrônio Portela do Senado Federal, o Seminário Nacional em defesa da Reforma Agrária e do Meio Ambiente, organizado por 20 entidades, incluindo a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) representada pelo bispo emérito de Goiás (GO), dom Tomás Balduino e pelo secretário nacional do Mutirão pela Superação da Miséria e da Fome, padre Nelito Dornelas. O Seminário trata de uma luta conjunta de pautas comuns dos Pequenos Camponeses e ambientalistas contra as alterações do Código Florestal brasileiro.

Dom Tomás participou da mesa de abertura do evento e, em sua fala, fez memória ao deputado federal Adão Preto, falecido recentemente, como um árduo defensor dos trabalhadores rurais. Lembrou do Dia Internacional da Mulher e elogiou a presença feminina no auditório, além de reafirmar a posição da Igreja latino-americana em favor dos mais pobres como “sujeitos, atores e protagonistas de sua própria caminhada”.

O bispo também afirmou que este é um momento de avanço do agronegócio. Segundo ele, o Seminário discute a união das frentes camponesas por uma posição de luta por suas terras e seu espaço no campo contra o avanço dos latifundiários: “O agronegócio avança cada vez mais, afasta e intimida a presença do pequeno e médio camponês. Este é um momento de resistência a esse avanço com expectativa positiva”.

O evento foi marcado por palestras e apresentação de quadros e tabelas que mostram a situação da Reforma Agrária, da divisão de terras em latifúndios e minifúndios e desmatamento da região amazônica. Para a integrante nacional do Movimento dos Pequenos Agricultores e da Via Campesina, Maria Costa, o evento faz parte da agenda de ações das organizações camponesas e ambientalistas cujo objetivo é aprofundar a discussão do Código Florestal e regularização fundiária: “O Seminário acontece em defesa do código florestal e na defesa do meio ambiente a fim de construir as alianças entre as organizações camponesas e ambientalistas contra as alterações do Código Florestal brasileiro que irá desbancar o pequeno agricultor e favorecer os grandes ruralistas”.

Da mesma forma, o advogado e coordenador do Programa de Política e Direito do Instituto Sócio-ambiental, Raul Silva Teles do Vale, diz que o evento é importante porque cristaliza uma aliança entre os movimentos ambientalistas e camponeses, para unir forças contra a proposta de alteração do Código Florestal que está sendo promovido pelo Ministério da Agricultura e pela bancada ruralista do Congresso que, segundo ele, quer destruir a Lei de proteção ambiental mais importante do país: “Eles anistiam quem desmata ilegalmente as florestas e com a alteração do Código isso vai piorar porque os latifundiários terão permissão legal para desmatar a Amazônia e expandir o agronegócio, o que vai causar um grande problema sem precedentes, se passar”.

Raul explica ainda que a Medida provisória 458 que fala sobre regularização fundiária na Amazônia visa privatizar grandes extensões de terras públicas na Amazônia sem nenhum controle social de destinação: “todos nós estamos entendendo que esta MP tem o poder de destinar terras que hoje são públicas para os grileiros e grandes latifundiários, o que aumentará o sistema de privatização da terra que é ruim do ponto de vista de distribuição da terra e pior ainda do ponto de vista ambiental. Na minha visão, o pequeno agricultor é quem tem as melhores condições de produzir, preservando e conseguindo manter as condições ambientais da terra, ao mesmo tempo em que produz riqueza”, completa.



Apuração, redação, e fotos: Fúlvio Costa, direto do Senado Federal
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Eu assisti o documentário “Uma verdade inconveniente”, de Al Gore

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Neste fim de semana eu tive o privilégio de assistir o documentário “Uma Verdade Inconveniente”, do americano e ex-vice-presidente dos Estados Unidos da América, entre 1993 a 2001, Al Gore. O vídeo, de 80 minutos, trata da emergência do planeta terra perante a situação do aquecimento global e já ganhou o Oscar de melhor documentário em 2006, e o Prêmio Nobel da Paz, de 2007.

Segundo Al Gore, no documentário, se confirmadas as pesquisas dos estudiosos, no caso ele também é um estudioso do aquecimento global, o planeta “só tem 10 anos para reverter a situação de uma catástrofe jamais passada por nós antes”. As palavras foram ditas em 2005, quando foi lançado o vídeo, ou seja, há 4 anos.

"Acreditava-se que a maior massa de gelo no planeta - a Antártida oriental - estivesse aumentando. Faz dois meses, um novo estudo pormenorizado mostrou indícios de que ela também pode estar começando a derreter. O sistema do clima geral é formado pelos padrões planetários dos ventos e das correntes marítimas, que redistribuem o calor dos trópicos para os pólos", explica Gore.

O documentário realizado a partir de um slide show que Al Gore apresenta pelo mundo inteiro, o qual ele diz ter apresentado pelo menos umas mil vezes, considera a ação humana com ênfase na emissão de CO2 na atmosfera, um dos principais fatores do aquecimento global, o derretimento de geleiras e, consequentemente, o aumento do nível do mar que deverá inundar cidades e até mesmo estados e províncias litorâneas do planeta em breve.

“O aquecimento global provocará uma mudança climática que acabará com a vida como a conhecemos”, adverte Al Gore. Para reverter a situação, o quase próximo presidente dos EUA, sublinha que é necessária uma ação internacional urgente. Outros cientistas e estudantes do aquecimento global, no entanto, acreditam que o aquecimento já se trata de um ponto sem volta e que a situação se tornará “insuportável lá por volta de 2040”, como bem cita o cientista e ambientalista inglês James Lovelock, em seu livro, “A vingança de Gaia”, lançado recentemente.

Lock vai mais longe em seu livro, e diz que até 2100, é provável que 80% da humanidade desapareça. “O aquecimento global foi provocado pelo homem e, por isso, corremos o risco de ser extintos”.

Uma Verdade Inconveniente, de Al Gore, é uma reflexão sobre um futuro incerto. É um olhar de um estudioso que se preocupa com o meio ambiente e já mostra pessimismo sobre o futuro da humanidade.

Durante o vídeo, Al Gore faz uma comparação do planeta terra e a humanidade hoje, e um sapo jogado dentro de uma panela fervente. Para ele, se o sapo está na panela com água fria e esta começa a ferver, o sapo pula fora, quando a água começa a esquentar. Mas, se esta panela está quente, o sapo continua lá até que morra ou alguém o retire. Há uma mensagem oculta aí: a humanidade está adormecida quanto ao aquecimento global. A panela já está fervendo, mas estamos todos dormindo diante da situação.

De acordo com Gore, a única coisa que ainda nos falta para entrar em ação é a vontade política. No entanto, como ele mesmo faz questão de lembrar no documentário, "nas democracias a vontade política é um recurso renovável".

Fúlvio Costa


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Em Salvador, régua gigante alerta para a elevação do nível do mar em consequência do aquecimento global

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Um grupo de ativistas do Greenpeace Brasil escalou o elevador Lacerda, na sexta-feira, 6, em Salvador (BA) e pendurou uma faixa de 40 metros, que simulou uma régua gigante em referência ao nível do mar que tem aumentado nos últimos anos em consequência do aquecimento global.

A faixa ficou estendida até o período da tarde. Segundo a assessoria de imprensa da entidade, para não causar danos ao elevador. Esta foi a primeira manifestação do grupo composto apenas por membros brasileiros. Esta semana, os ativistas devem fazer outro manifesto no Rio de Janeiro.

Fúlvio Costa
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Post especial: Às mulheres, memoráveis criaturas de Deus

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Fibra e força, coragem e sedução. A mulher é um aspecto de Deus feito carne no mundo. É o reflexo do amor sem limites. É os braços do berço familiar. Nas horas tristes é uma guerreira, nas alegrias é a protagonista. Tempo ruim é superado com vigor e força de esperança. A vida diária é de fato o momento propício para se viver e fazer o próximo feliz. Como mãe é protetora, como mulher, companheira; como amiga, fiel; e como ser humano a expressão da existência que ultrapassa a limitação do sexo. Quando brava é um alerta, quando feliz uma canção. Mulher, tua personalidade é a completude de todos os seres vivos. Teu afago é o gesto concreto de que o toque feminino é o brilho do amor sobre os filhos desta terra. Parabéns pelo teu dia!

Fúlvio Costa
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Inovação: gotejador de água para plantas

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Acqua Vitta Floral é uma empresa de Bauru (SP) especializada em cuidar de jardinagem. Recentemente lançou no mercado um produto inovador na área de jardinagem doméstica, voltado à manutenção prática de plantas e flores em geral. Com apenas uma garrafa pet e um controlador na boca da garrafa, as plantas podem ser cuidadas automaticamente sem que para isso se desperdice água. Veja nas imagens a eficácia do sistema de gotejamento para cultivo de plantas em pequena escala.

Fúlvio Costa, com informações da Acqua Vitta Floral






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INPE divulga novos dados sobre o desmatamento da Amazônia legal; desta vez, 754 km² de florestas foram ao chão

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Mais 754 quilômetros quadrados da Amazônia legal foram derrubados. Os dados são do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) para os meses de novembro, dezembro e janeiro. Respectivamente, foram registrados, nesses meses a queda de: 355 km², 177 km² e 222 km².

O estado com a maior área desmatada é o Pará, com 319 Km² do total, seguido do Mato Grosso, que desmatou 272 Km². Para que a pesquisa do INPE tenha êxito é preciso ter poucas nuvens no céu, já que os dados são capturados por satélite. No mês de dezembro as nuvens chegaram a cobrir 86% da região. Em novembro, 63% da Amazônia legal esteve encoberta e em janeiro, 76%.

De acordo com o Instituto pesquisador, “o desmatamento não é um evento, mas um processo”. A conversão de floresta primária até o estágio de corte raso pode levar de alguns meses até vários anos para ser concluída. “Os dados do Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (DETER) podem incluir áreas cortadas em períodos anteriores ao do mês de mapeamento ou em processo de desmatamento progressivo”, alertam.

Os mapas que indicam as áreas com nuvens, gráficos e tabelas com os números do desmatamento registrados pelo sistema em cada estado e em cada mês estão disponíveis no site do DETER: www.obt.inpe.br/deter. As informações referentes aos meses de fevereiro a abril serão divulgados até o final de maio.

Fúlvio Costa com informações do INPE
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“Até 2050, produção de alimentos cairá em 25% no mundo”, diz relatório da ONU

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Mudanças Climáticas, escassez de água, pragas e degradação do solo. Estes são os principais fatores que provocarão a redução de 25% da produção mundial de alimentos prevista para 2050. Os dados são da Organização das Nações Unidas divulgados no último em fevereiro.

Os dados revelam ainda que a redução vai atingir o planeta quando sua população estiver em 2 bilhões de pessoas a mais. A pesquisa é do Programa das Nações Unidas para o Merio Ambiente (Pnuma), segundo o qual a produção de pescado está diminuindo e a produção de cereais permanece estagnada.

O caminho que o planeta está trilhando parece começar a ficar irreversível. Ano passado, as elevações de preços nos alimentos lançou 110 milhões de pessoas na pobreza. Em um novo relatório, o Pnuma diz que a tendência de 100 anos de queda nos custos dos alimentos pode estar chegando ao fim.

“Precisamos lidar não apenas com a forma com que o mundo produz alimentos, mas com a forma como eles são distribuídos, vendidos e consumidos, e precisamos de uma revolução que aumente a produção agindo em conjunto e não contra a natureza”, disse o diretor-executivo do Pnuma, Achim Steiner.

Em entrevista coletiva durante a reunião ambiental da ONU que ocorre no Quênia, Steiner disse que mais da metade da comida produzida mundialmente hoje foi perdida, desperdiçada ou jogada fora em razão da ineficiência: "Há evidência no relatório de que o mundo poderia alimentar todo o crescimento projetado da população apenas se tornando mais eficiente, mas também garantindo a sobrevivência de animais, pássaros e peixes deste planeta", sublinhou o diretor.

Já o relatório Rapid Response Assessment [avaliação para resposta rápida, na tradução livre], lançado terça-feira pelo Pnuma, diz que os preços mundiais de alimentos devem subir entre 30 e 50 por cento ao longo das próximas décadas - enquanto a população global deverá aumentar para mais de 9 bilhões dos quase 7 bilhões atuais.

Propostas do Documento
Estabelecer regulamentações nos preços das commodities seria uma das alternativas para a amenização das altas nos alimentos, bem como organizar estoques de cereais maiores como proteção à volatiildade nos preços. O documento pede também a realização de “redes de segurança” para as pessoa que estão sob maior risco de fome.
Atualmente, mais de um terço dos cereais produzidos no mundo são usados para alimentação animal. Essa proporção, de acordo com o Pnuma, deve subir para 50% até 2050. Uma das propostas é utilizar restos de comida reciclados como alternativa ambiental.

"Temos um problema muito sério em nosso planeta", frisou ainda Steiner. "É improvável que apenas alavancar os métodos de produção com fertilizantes e pesticidas do século XX vá resolver o desafio", ressalva. “São necessárias soluções inovadoras, como as do Níger, onde especialistas do Pnud estão estudando como preservar cerca de 60% da produção de cebola que apodrece antes de ser comercializada”, completa o diretor-executivo.


Fúlvio Costa, com informações do Pnuma
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Querem apagar a história, afogar a cultura e destruir o Rio Araguaia

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Com a então ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, não deu certo; já com o atual ministro Carlos Minc, já não podemos dizer o mesmo. Desde 2002, há um projeto barrado no Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) para a construção da usina hidrelétrica de Santa Isabel, nas terras onde ocorreu a Guerrilha do Araguaia, e que, provavelmente, ainda se encontram os corpos de 58 brasileiros pertencentes ao PC do B, que teriam sido assassinados a sangue-frio e sob tortura pelo exército durante o Regime Militar.

A hidrelétrica é um projeto do consórcio Gesai, formado por cinco grandes empresas: Vale do Rio Doce, Camargo Corrêa, Billiton Metais, Alcoa Alumínio e Votorantim Cimentos. O assunto precisa entrar em discussão, porém a sociedade brasileira não está a par do que se trata. Dois pontos são trágicos e estão sendo camuflados tanto pelo Governo federal, como pelas empresas envolvidas.

Perdas irreparáveis
As obras da hidrelétrica deverão começar em 2013. Com isso, só restam 4 anos para se encontrar os corpos dos mortos na Guerrilha do Araguaia, o que é praticamente impossível se não for feito um trabalho sério para isso. Até hoje, apenas um corpo foi encontrado.

Segundo: As perdas não serão apenas para os guerrilheiros esquecidos, mas também para os mais de 2 mil habitantes que deverão obrigatoriamente deixar a região. Além disso, como se não bastasse, 113 sítios arqueológicos irão desaparecer com 5,7 mil pinturas rupestres datadas de 8 mil anos, o que a Revista Carta Capital da semana passada classificou como: “A maior perda de patrimônio histórico e cultural ocorrido de uma só vez no Brasil”. Você acha que é só isso? Claro que não. Ficarão embaixo d’água ainda 31 cachoeiras e 47 cavernas da região.

É o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) chegando aos locais mais remotos do Brasil, atingindo o pobre em benefício da industrialização sem precedentes. É, Carlos Minc, não é a primeira vez que este blog ataca suas posições, e certamente não será a última.

Fim de mais uma memória da Ditadura
A iniciativa também é uma forma de dar um fim às memórias da Ditadura Militar. Uma vez submersa, a região não terá mais acesso para pesquisas históricas sobre a ditadura imposta na década de 60. Irão gostar aqueles coronéis e torturadores da época, ainda vivos. Some a história, a natureza e também a virgindade do Araguaia.

Fúlvio Costa
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