Pedra maia é exibida para desmentir anúncio do fim do mundo em 2012

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A pedra do calendário maia que foi interpretada erroneamente como um anúncio do fim do mundo marcado para dezembro de 2012 foi apresentada na terça-feira (29) em Tabasco, sudeste do México

A peça é formada de pedra calcária e esculpida com martelo e cinzel, e está incompleta. "No pouco que podemos apreciá-la, em nenhum de seus lados diz que em 2012 o mundo vai acabar", enfatizou José Luis Romero, subdiretor do Instituto Nacional de Antropologia e História.

Na pedra está escrita a data de 23 de dezembro de 2012, o que provocou rumores de que os maias teriam previsto o fim do mundo para este dia. Até uma produção hollywoodiana, "2012", foi lançada apresentando esse cenário apocalíptico.

"No pouco que se pode ler, os maias se referem à chegada de um senhor dos céus, coincidindo com o encerramento de um ciclo numérico", afirmou Romero. A data gravada em pedra se refere ao Bactum XIII, que significa o início de uma nova era, insistiu o pesquisador.

Informações: G1

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Hora do Planeta 2010

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Em 2009 foram 74 países que participaram da Hora do Planeta. Este ano, porém, participarão do ato 2.130 cidades e 115 países. Hora do Planeta é um acontecimento permanente idealizado pela Rede WWF [World wide Fund for Nature] em português: Amplo Fundo Mundial para a Natureza, que se compromete a desligar as luzes e mantê-las apagadas durante 60 minutos, entre as 20h30 e 21h30 do próximo dia 27 de março.

A meta é divulgar este ato simbólico de combate ao aquecimento global por todo o planeta. Entre as centenas de cidades confirmadas para participar, estão: 37 capitais federais e algumas grandes cidades do mundo, como Londres, Beijing, Roma, Moscou, Los Angeles, Rio de Janeiro, Hong Kong, Dubai, Cingapura, Atenas, Buenos Aires, Toronto, Sydney, Cidade do México, Istambul, Copenhague, Manila, Las Vegas, Bruxelas, Cidade do Cabo e Helsinki.

A Hora do Planeta teve início na Austrália, no ano de 2007, e ainda é um evento pouco conhecido. Ano passado o ato de conscientização totalizou a participação de 375 cidades de 37 nações. O Brasil fez parte pela primeira desses países que aderiram ao movimento no ano passado. A sua admissão aconteceu em 28 de janeiro, durante o evento de lançamento da Hora do Planeta no Brasil, com o anúncio da adesão oficial da cidade do Rio de Janeiro.

Aqui, a Hora do Planeta conta com o patrocínio da Coca-Cola Brasil, do banco HSBC, da operadora de telefonia TIM e a rede de lojas Walmart. Além desses, a construtora Rossi também está apoiando o WWF-Brasil neste ato simbólico que irá apagar as luzes de diversos pontos do País, durante 60 minutos. As empresas brasileiras unem-se a um seleto grupo de corporações que está usando seu poder de comunicação para sensibilizar seus funcionários e a população mundial para a questão climática, entre elas podemos destacar Canon, Nokia Siemens Networks e Price Waterhouse Coopers são algumas empresas que estão mobilizando a sociedade e seus funcionários ao redor do mundo.

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No ar, meu projeto de conclusão de curso: blog Expressão Tocantina

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Como prometido, venho a esta página divulgar o blog Expressão Tocantina: meu projeto de conclusão de curso em Jornalismo, pela Universidade Católica de Brasília (UCB). Trata-se de uma página, que deve expressar por meio de notícias, vídeos, podcasts [áudio], a região conhecida por TOCANTINA, municípios que compreendem as margens do RIO TOCANTINS, e abrange municípios do estado do MARANHÃO (Imperatriz, João Lisboa, Açailândia e Estreito); PARÁ (Marabá) e TOCANTINS (Araguatins, Tocantinópolis, Araguaína).

O objetivo é começar a carreira em jornalismo através dessa página, que terá sede em Imperatriz, dando, portanto, exclusividade no tratamento de notícias desse município. O blog visa se auto-sustentar por meio de publicidade (banners) e patrocípios de empresas da região

Projeto Experimental em Comunicação II - aluno: Fúlvio Costa França
Professora/Orientadora: Cynthia Rosa
Já iniciamos as atualizações desta página. Confira:


http://www.expressaotocantina.com.br

Fúlvio Costa, formando em jornalismo
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Aspecto Ecológico vai sair do ar para dar lugar a um projeto mais amplo

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Quero agradecer a todos os leitores que visitaram esta página ao longo desses seis meses no ar. Aspecto Ecológico foi um experimento, uma forma que encontrei para conhecer as ferramentas oferecidas pela blogger, empresa que hospeda esta página para dar continuidade a um projeto mais amplo, que eu pretendo levar a frente. Trata-se de outra página, desta vez é um blog de notícias para a região tocantina.

A página, que é meu projeto de conclusão de graduação em jornalismo, pela Universidade Católica de Brasília (UCB) ainda está em construção e deve entrar no ar nos próximos meses. A nova página é um empreendimento, um desejo e um sonho que eu acredito. Quero através desse blog dar início à minha carreira de jornalista e mostrar meu trabalho. Pretendo ir fundo nesse projeto e trabalhar nele de forma integral.

Quando a nova página estiver pronta, venho aqui divulgar o novo endereço, para que todos possam acessar e conhecer esse novo trabalho que pretendo desenvolver por meio do jornalismo público e investigativo.

Aspecto Ecológico foi um trabalho que me apaixonei por tratar aqui de temas relevantes para a sociedade. Nosso bem maior que é a vida. Aqui tive momentos felizes, com comentários que enalteceram meu trabalho e também tive muitos acessos de várias regiões do Brasil e do mundo. Muito obrigado a todos. Meu novo projeto é para valer, e espero que todos gostem. Até lá.

Fúlvio Costa, formando em jornalismo pela Universidade Católica de Brasília (UCB)
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Marina Silva para Caros Amigos: “[...] O melhor para a agricultura é transitar de um modelo insustentável para o modelo sustentável [...]

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A entrevista de capa da Revista Caros Amigos trouxe no mês de julho a ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, que falou um pouco de sua infância, adolescência, sonhos, conquistas e derrotas. Em cinco longas páginas da revista mensal, a senadora falou, de modo especial, do agronegócio que, segundo ela, “quer acabar com a Amazônia”.

Marina destacou na entrevista passar por um dos piores momentos de sua vida, período que o país passa por um “desmonte da legislação ambiental encabeçada pelos ruralistas”. Sobre a MP 458, que teve apenas uma parte do artigo 7º vetada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que trata da transferência de terras da União para empresas, para a ex-ministra é fruto de uma visão atrasada e equivocada.

“É um conjunto de mudanças que represent um retrocesso. Está se armando uma bomba de efeito retardado que não poderá ser condita na hora que o país voltar a crescer. Está se transferindo 60 milhões de hectares de unidades de conservação. Se isso prosperar, será avassalador para os próximos anos da política ambiental do país”, alertou.

Marina Silva disse ainda que o setor que luta por medidas na lei ambiental trata-se do agronegócio. Sobre esse setor, novamente ela chama de “atrasado” que deveria pensar em desenvolvimento sustentável para o próprio bem. Existe uma parte do setor do agronegócio “que não consegue perceber que o melhor para a agricultura é transitar do modelo insustentável para o modelo sustentável, o que pressupõe o respeito à reserva legal, à área de preservação permanente, o uso de forma intensiva das áreas que foram abertas, uso de novas tecnologias. Existe um custo, mas ele está sendo depositado na conta da natureza. Daqui um tempo, ele será devolvido com menos chuva, menos possibilidade de polinização, e uma série de prejuízos. E, daqui a pouco, talvez seja tarde demais”.

De forma categórica, a ex-seringueira deixou claro que a MP 458 “favorece a grilagem”. De acordo com ela, a medida não assegura a questão da vistoria acima de 100 hectares, até os 4 módulos fiscais. Porque existem também os laranjas para os 400 hectares”.

Com a pergunta do jornalista Marcos Zibordi: “Em que mundo que seus netos vão viver?”, Marina Silva concluiu: “Eu quero muito que o mundo seja melhor do que ele é hoje, que a Amazônia continue a Amazônia, o Cerrado, a Mata Atlântica, que não haja um derretimento do gelo no ártico tão violento. Mas meu compromisso não é apenas com o meu neto, tem que ser com todos aqueles que ainda não nasceram, os filhos dos filhos dos filhos, Se ficarmos pensando apenas no nosso filho e no nosso neto, isso foi o que nossos pais pensaram e deu no que deu. Temos que pensar além deles e a contribuição tem que ser dada agora, por cada um de nós, porque estamos diante de uma esquina civilizatória, que é também uma esquina ética”.

Texto: Fúlvio Costa
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IBGE alerta: “a biodiversidade aquática está em risco”

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Na última semana, o IBGE divulgou um mapa das espécies aquáticas brasileiras ameaçadas de extinção. São pelo menos 238 espécies que podem desaparecer.
Sobrepesca [pesca acima da capacidade de produção]; ocupação da faixa litorânea e a conseqüente poluição das águas. Estes são alguns dos fatores divulgados na semana passada pelo IBGE que ameaçam 238 espécies de invertebrados aquáticos e peixes no Brasil. De acordo com a pesquisa, o estado de São Paulo lidera o ranking com 86 espécies nesta situação. O Rio vem logo em seguida, com 76 espécies ameaçadas.

O mapa do IBGE baseia-se principalmente em estudos feitos até 2004 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), concluído com informações levantadas em diferentes instituições de pesquisa e na literatura especializada.

O caranguejo-uçá é um exemplo de espécie que entrou em colapso em vários estados do país. Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), embora essa espécie de caranguejo seja um dos principais produtos das pescarias no Maranhão e Piauí, há sinais de que a sobrepesca pode levar rapidamente ao fim da atividade extrativista desse crustáceo na região.

A pesquisadora e biólogo do IBGE, Lícia Leone Couto, diz que o mapa pode colaborar na preservação da biodiversidade. O estudo revela, por exemplo, que a coincidência das áreas de ocupação acelerada, nas faixas litorâneas, com a drástica redução da fauna aquática nesses locais.

Ainda segundo Lícia Couto, a visualização do local onde os problemas estão ocorrendo pode ajudar a planejar iniciativas para superá-los. A pesca esportiva e o comércio de peixes ornamentais são outros fatores importantes de destruição da biodiversidade.

Fonte: IBGE
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“Voltei a sentir medo no Acre”, diz sucessor de Chico Mendes

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O seringueiro Osmarino Amâncio Rodrigues, considerado um dos sucessores do sindicalista Chico Mendes, está se sentindo ameaçado por se opor ao manejo madeireiro comunitário na Reseva Extrativista Chico Mendes.

A casa dele foi invadida e destruída, mas a polícia do Acre não avançou nas investigações após um mês.

- Voltei a sentir medo no Acre, assim como sentia quando lutava com Chico Mendes - disse o seringueiro.

De Brasiléia, por telefone, Osmarino Amâncio Rodrigues conversou com a reportagem do portal Terra. Confira:

Por que você se diz ameaçado de morte no Acre?
É por causa da questão da madeira. A minha casa, no seringal Humaitá, colocação Pega Fogo, lá na Reserva Chico Mendes, foi invadida e destruída completamente. Minha dormida, meus utensílios, motosserra, furadeira de estaca, roçadeira. Era o meu patrimônio de trabalho do dia a dia. Não foi roubo. Alguém decidiu destruir mesmo, uma covardia. Se existe divergência de idéias, ninguém pode ser vítima desse tipo de vandalismo por pensar diferente.

Mas quem teria destruído a sua casa? Foi gente mesmo de dentro da Reserva Chico Mendes?

Não, não foi. Uma pessoa contou que chegaram homens de moto. Eu estou fazendo reunião em tudo que é lugar. Eu sou contra o manejo madeireiro e vou trabalhar até as últimas conseqüências. Por causa dessa luta, não tenho parado no meu lugar, na minha casa. Nos últimos meses estive envolvido na disputa pelo Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Xapuri, fazendo campanhas de alerta contra o projeto de manejo comunitário de madeira. Em Brasiléia estou orientando que as pessoas dos seringais não assinem os contratos de manejo comunitário de madeira. O governo estadual está orientando os seringueiros a aceitarem o manejo de madeira. Essa é uma política do governo. O manejo comunitário de madeira no Estado está atingindo uma proporção insuportável. É matéria-prima. Sou contra. Temos que trabalha em defesa da agregação de valor e não apenas exporta matéria-prima.

Então você acha que a destruição de sua casa está relacionada à sua resistência ao manejo comunitário de madeira?

O que é fato hoje é que a ambição em torno de madeira está muito maior do que na época do latifúndio, quando Chico Mendes liderava a resistência dos seringueiros. É muito brutal a política governamental de mercantilização da região. A situação vai se acirrar muito mais. Todos sabem que aqui já usaram o método da pistolagem. Agora talvez estejam apenas começando o terror psicológico com a destruição da casa, da estrutura de alguém que se opõe. Na semana passada, o governo do Acre retirou o programa do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Xapuri do ar. Retirou porque o candidato que apoiava foi derrotado. Está havendo caça às bruxas daqueles que pensam diferente da política governamental. Tudo está sendo feito de maneira muito bem premeditada.

A destruição de sua casa foi comunicada à polícia?
Sim. A meu pedido, a polícia registrou um boletim de ocorrência. A polícia técnica compareceu ao local e fez fotos. Tenho que registrar porque meu medo é que aconteça de encontrar esses vândalos em minha casa. Voltei a sentir medo no Acre, assim como sentia quando lutava com Chico Mendes. Além disso, a situação dos seringueiros permanece sem alternativa. O governo deu ordem pra gente não botar mais roçado de subsistência, isto é, praticamente não fazer mais nada dentro da reserva. Estão tirando a reserva da gente, mas não nos dão uma outra alternativa de sobrevivência. Não tem dinheiro pra comprar borracha e só se pode vender 300 quilos por ano. O quilo da borracha custa R$ 3,50, mas ninguém tem dinheiro para comprar.

Grato pelas informações, Osmarino.
Eu quero acrescentar algo. Não foi a primeira vez que destruíram minha casa. Na outra vez, quando eu disputava a associação da reserva, também destruíram tudo o que havia em minha casa. Decidi que vou começar a registrar porque não sei quando isso vai parar. Não vou recuar. Não recuei quando os fazendeiros dominavam tudo e mandavam matar qualquer um por qualquer coisa. Não vou parar agora, no momento que dizem que vigora a democracia.

Do Portal Terra
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Países do G8 fracassaram no cumprimento de metas para deter mudanças climáticas, denuncia Rede WWF

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O relatório G8 Climate Scorecards, lançado pela Rede WWF e Allianz SE nesta quarta-feira, dia 1 de julho, se propõe a avaliar os países do G8+5 (grupo das sete maiores economias mundiais mais a Rússia e cinco países em desenvolvimento, entre eles o Brasil) quanto aos avanços em suas políticas nacionais sobre mudanças climáticas e a implementação de ações para a prevenção de problemas. Os resultados do estudo baseiam-se nas melhorias obtidas desde 1990.

O relatório é feito anualmente pela consultoria independente Ecofys. Saiba as principais conclusões da edição de 2009:


Como os países do G8 estão se comportando em relação ao clima do planeta?
O relatório fez um ranking dos países que mais contribuem para deter o aquecimento global. Quem está ajudando o clima neste momento são: Alemanha, em primeiro lugar, Reino Unido, em segundo, e a França, em terceiro.

Segundo o acordo vigente sobre clima, o Protocolo de Quioto, os países industrializados (incluindo os do G8) devem reduzir suas taxas de emissão de gases de efeito estufa – principais responsáveis pelo aquecimento global. Esses três países vão cumprir suas metas. Além disso, todos eles vêm preparando políticas que garantem que essas emissões vão continuar caindo.

E os demais países?
A Itália e o Japão, que aparecem em quarto e quinto lugar, respectivamente, estão numa posição média baixa. Eles receberam essa colocação porque diminuíram suas emissões de gases de efeito estufa desde a assinatura do Protocolo de Quioto, mas se continuarem nesse ritmo, não vão atingir as metas. Além disso, as políticas climáticas nacionais de ambos ainda são incipientes diante do tamanho do desafio que temos pela frente.

Quais são os piores do ranking?
O Canadá, os Estados Unidos e a Rússia, nesta ordem, tiveram o pior desempenho no cumprimento das metas de clima do Protocolo de Quioto. O Canadá aumentou suas emissões em vez de diminuir, como era o combinado.

Além disso, o país não fez mudanças positivas significativas na política nacional de clima. Os Estados Unidos, apesar de ainda estarem numa posição muito ruim, melhoraram, pois no ano passado estavam em último lugar no relatório.

Isso aconteceu por que a administração Obama tem conseguido vários avanços nas políticas internas do país sobre mudanças climáticas. Já a Rússia, além de estar com as emissões altas, não tem eficiência energética e utiliza muito gás natural como fonte de energia. O gás natural emite muitos gases de efeito estufa.

E o Brasil? Como está?
O Brasil, como os demais países em desenvolvimento analisados no relatório G8 Climate Scorecards, não recebe uma classificação, pois não têm metas obrigatórias de redução de gases de efeito estufa dentro do Protocolo de Quioto. Mas o país tem que fazer a sua parte para evitar que o aquecimento global chegue a níveis perigosos e, por isso, precisa se desenvolver de maneira limpa e sustentável.

No final do ano passado, o governo apresentou o Plano Nacional de Mudanças Climáticas, que inclui metas nacionais de redução de desmatamento na Amazônia, o que é muito bom. Porém, há outras políticas e ações de governo e discussões no Congresso Nacional que não condizem com os esforços feitos para combater o desmatamento.

Exemplos disso são a discussão no Congresso Nacional sobre mudanças no Código Florestal, que, caso aprovadas, terão forte impacto no meio ambiente e poderão estimular o desmatamento. Outro exemplo é o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), que prevê grandes obras de infraestrutura na Amazônia.

Se somente alguns países conseguiram cumprir suas metas para evitar o aquecimento global, o que pode ser feito agora?

O Protocolo de Quioto termina em 2012 e já sabemos que até lá o aquecimento global ainda não terá sido detido. Por isso é necessário um outro acordo entre os países que seja justo, respeitando a responsabilidade que cada um tem sobre as emissões totais atuais e passadas, mas que seja também eficiente e resolva o problema de excesso de gases de efeito estufa na atmosfera.

Dezembro de 2009 é a data-chave para os países chegarem a este acordo, pois depois da assinatura na reunião das Nações Unidas, o documento ainda deve ser ratificado nos países e esse processo não é rápido. Faltam apenas cinco meses para Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima, em Copenhague.

Os países precisam tomar providências imediatamente e ajudar a selar um bom acordo em dezembro.

Fonte WWF

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