“Terra” – o documentário

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Já saiu a pré-estreia do documentário “Terra”, produção da Discovery Channel e o Disney Nature, uma co-produção em parceria com a BBC, em 38 salas de cinema de todo o país. Por enquanto, as cópias ainda são dubladas.

A mega produção que levou três anos para ser filmada com 40 diferentes equipes de cinegrafistas é de Alastair Fothergil e Mark linfield. Segundo o portal Uol, o filme é uma ambição de levar à frente a série “Planeta Terra, exibida em 2006, dirigida pelos mesmos cineastas e premiada com o Emmy.

“Terra”, por sua vez, traz em seu cerne a sobrevivência de três famílias de baleias, elefantes e ursos polares na atualidade. O seu diferencial é que a produção reúne imagens de beleza e força suficientes que fornecem um retrato das mais diversas regiões do planeta, a partir da problemática do aquecimento global.

Uma das marcas fortes do documentário é mostrar a extraordinária capacidade de resistência dos animais em se adaptar ao clima, fato importante para a mudança climática que vive todo o planeta.

De acordo com os produtores, o principal foco de “Terra” é acompanhar as migrações anuais de algumas espécies para superar a seca e o degelo, tempestades e ataques de predadores, em distâncias de milhares de quilômetros.

Fúlvio Costa, com informações do UOL
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Unidade do Planeta será tema de reflexão em 5º Congresso Mundial sobre Educação Ambiental

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“A Terra: a nossa Casa comum”. Este é o tema do 5º Congresso Mundial sobre Educação Ambiental, que será sediado em Montral, Canadá, entre os dias 10 e 14 de maio. O evento deve reunir professores, jornalistas, artistas e outros interessados em educação ambiental.
Com dimensões internacionais, o Encontro será a oportunidade para partilhar experiências, investigações e reflexões; realizar balanços e considerar novos projetos; bem como reforçar redes de colaboração.

Aguarde mais informações.

Fúlvio Costa
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Livro releva plano Nazista para ocupar a Amazônia durante a Segunda Guerra Mundial

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Você sabia que os nazistas chegaram a planejar o estabelecimento de uma colônia no meio da selva amazônica, durante a Segunda Guerra Mundial? Pois é. A divulgação de tal plano mirabolante foi publicado numa revista alemã, no início do mês de abril.
De acordo com o livro “Das GuayanapProjekt” [O Projeto Guiana, em traduação livre] expedições de cientistas alemães à Amazônia entre os anos 1935 e 1937 levaram à ideia de criar uma “área nazi” na região.

Jens Glüsing, autor do livro e correspondente da Der Spiegel no Brasil, cita que os planos consistiam em invadir o Suriname e a Guiana Francesa com tropas que desembarcariam na Amazônia brasileira.

“A área seria perfeita para ser colonizada pela raça nórdica ariana”, disse o autor da ideia, o alemão Otto Schulz-Kampfhenkel, numa carta ao general Heinrich Himmler. Outro motivo que levaram os nazistas a pensar na região amazônica foi o interesse de diminuir a influência dos Estados Unidos na região, segundo Schulz-Kampfhenkel.

Para o pesquisador Glüsing, este “trata-se de um dos capítulos mais estranhos da era nazi”. A obra foi publicada na Alemanha este ano e tem conseguido repercussão significativa depois de a revista Der Spiegel ter colocado capítulos do livro no seu portal de História na internet, einestages.de, no início do mês de abril.

Ainda de acordo com o autor, o plano só não se consolidou porque os nazistas tinham outros projetos de maior importância do que a ocupação da Amazônia. Na época, a Guiana Francesa estava sob comando do regime de Vichy, na Franca, que era uma marionete dos nazistas.


Por Fúlvio Costa
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Igreja do Maranhão prepara X Romaria da Terra e das Águas

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A Igreja do Maranhão já começou a preparar a X Romaria da Terra e das Águas. Este ano, o evento acontece na diocese de Coroatá, entre os dias 5 e 6 de setembro, com o tema “Terra e Águas: um clamor de justiça” e lema “Lutar contra a morte da Terra e das Águas é defender a Vida” (cf. Dt 30, 15-20).

“Provocados pelo gemido da terra e das águas do Cerrado e da Amazônia Maranhense, ouvimos o grito das nações indígenas e o clamor das famílias camponesas, expulsas e despejadas pelo latifúndio e pelo Estado; cerceadas pelo deserto verde da soja, do eucalipto e da cana; obrigadas a cair na malha do trabalho assalariado super explorado; escravizadas nas fazendas e nas carvoarias”, afirmam os organizadores sobre a realização do evento.

A Romaria pretende também dar visibilidade aos sofrimentos, às resistências e às lutas dos indígenas, quilombolas, extrativistas, ribeirinhos e lavradores, por meio de testemunhos das mulheres e homens do campo e da floresta, além de fortalecer a organização dos movimentos sociais de luta pela Reforma Agrária e por políticas públicas que respondam às necessidades de direitos das nações indígenas e dos camponeses.

Outra meta do evento, de acordo com a Pastoral da Terra, é “reafirmar o compromisso com a luta pela permanência e convivência na terra, buscando reconstruir a relação fraterna com a natureza, por meio da agroecologia e da busca de fontes alternativas de energia”.

“Queremos responsabilizar as grandes empresas do agronegócio, da mineração, da siderurgia e das hidroelétricas, pelos atentados à vida dos biomas e dos povos do Maranhão, perpetrados em nome do lucro e de uma concepção tragicamente equivocada do desenvolvimento; responsabilizar os poderes do Estado (Executivo – Legislativo – Judiciário) pela subserviência à hegemonia do grande capital, em detrimento do serviço à justiça e ao bem comum”, completa.

Fúlvio Costa
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“Mataram Irmã Dorothy ” estreia sexta-feira nos cinemas

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A partir do próximo dia 17 de abril, nos cinemas de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belém, estreia o documentário “Mataram Irmã Dorothy”. O título trata do brutal assassinato da freira americana Dorothy Stang, 73 anos, morta com seis tiros, em 2005, em Anapu, no interior do Pará.

Narrado pelo ator Wagner Moura, o filme revela bastidores do controvertido julgamento dos assassinatos da missionária americana, que teve novos desdobramentos na última terça-feira, quando a justiça anulou o caso e pediu a prisão de Vitalmiro Bastos, o Bida, apontado como suposto mandante do crime.

O longa-metragem, de 94 minutos, também investiga as razões da morte da freira, bem como sobre os verdadeiros mandantes do crime. Ano passado, “Mataram Irmã Dorothy” venceu o Prêmio do Público e Grande Prêmio do Júri no Festival South by Southwest; recebeu menção honrosa do júri no FIC Brasília; e participou das seleções oficiais do Festival do Rio e Mostra Internacional de São Paulo.

O documentário é dirigido pelo americano Daniel Junge.

Fúlvio Costa

Confira o trailer:

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Empresas de tecnologia são posicionadas em ranking "verde"

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O Greenpeace rebaixou a Dell, a HP e a Lenovo em sua medição anual de empresas de tecnologia comprometidas com a preservação ambiental, depois das três fabricantes de computadores voltarem atrás nas suas promessas de eliminar, por fases, as substâncias químicas tóxicas durante a produção de 2009. O chamado "Guia para Eletrônicos Verdes" foi divulgado no dia 2 de abril.

Anteriormente, as companhias se comprometeram eliminar o vinil plástico (PVC) e os retardadores de chama baseados em bromato (BFRs) dos seus produtos até o final de 2008.

Entretanto, segundo o site da revista PC World, as três afirmaram que foi impossível chegar à meta. A Lenovo estendeu seu prazo para 2010, enquanto HP e Dell ainda não o revelaram.

O Greenpeace disse que a Apple foi a única, dentre todas as cinco fabricantes de computadores, que iniciou a redução de substâncias químicas tóxicas. "Se a Apple pôde encontrar uma solução, não há razão para que as outras não possam", afirmou Casey Harell, do Greenpeace, ao site CNet.

No guia, o Greenpeace também revelou que a Philips teve considerável redução no desperdício tecnológico, fazendo com que a companhia ocupasse o 4º lugar das companhias mais compromissadas com o ambiente - sua posição, no ano passado, era 15º.

As "lanterninhas" do ranking são a Nintendo, que, há anos, mantém avaliação próxima do zero - e a Microsoft.

Fúlvio Costa, com informações do Greenpeace Brasil
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“Nossa Escolha”. Este é o título do novo livro de Al Gore sobre mudanças climáticas

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“Our Choice” [Nossa Escolha]. Este é o título do novo livro do ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Al Gore, sobre mudanças climáticas, que será publicado brevemente, antes do fim do ano, de acordo com a editora Rodale.

A partir deste novo ponto de vista sobre as mudanças climáticas, Al Gore, dá mais um passo nas discussões que travou em 2006, quando lançou o livro, que também virou filme: “Uma Verdade Inconveniente: O que devemos saber [fazer] sobre o Aquecimento Global”.

Ainda de acordo com a editora, por meio de comunicado à imprensa, o livro será publicado em 3 de novembro e terá impressão em papel totalmente reciclado. Além disso, todo o lucro com as vendas será destinado à organização sem fins lucrativos Aliança para a Proteção do Clima.

“O novo livro de Al Gore abordará como combater os efeitos da mudança climática, ao mesmo tempo em que são criados postos de trabalho e se promove o crescimento econômico”, publica a edição on-line do jornal "The New York Times".

Fúlvio Costa, com informações do The New York Times
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Um vídeo para pensar: a terra está com febre e nós somos os culpados

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Pense bem nisso. Calor, falta de chuvas, desmatamento, emissão de CO2, fatores que influenciam na futura habitação do planeta. Talvez precisemos de adaptações muito bem pensadas para continuarmos vivendo por aqui. Assista, vale a pena.


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“Não há mais tempo para desenvolvimento sustentável”, avaliam pesquisadores

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“Já passou o tempo do desenvolvimento sustentável. Agora é tempo de fazer uma retirada sustentável, ou seja, temos que retirar, gradativamente, por exemplo, o número de automóveis das ruas. Tudo o que foi colocado em excesso e hoje contribui para a destruição do meio ambiente precisa sair de cena. Esse é um assunto muito polêmico, mas as autoridades precisam parar e pensar em tudo o que está acontecendo. O mundo tem que mudar para melhor”.

As palavras acima são do pesquisador em meteorologia pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Meteorologia, Prakki Satyamurty. O pesquisador defende um caminho diferente daquele de trabalho pelo desenvolvimento sustentável a fim de barrar as mudanças climáticas.

Satyamurty afirma que não há mais tempo para seguir o caminho do desenvolvimento sustentável. Seu conselho é de reverter esse quadro. O que vale agora, segundo ele, é o conceito de “Retirada Sustentável”, ou seja: “diminuir drasticamente o consumo de recursos naturais, bem como aliar isso ao controle da natalidade que leve a um crescimento menos acelerado do número da população mundial”.

O pesquisador indiano também defende a criação do mercado de crédito de carbono. Ele explica que deveria existir o crédito de população. Segundo ele, a missão das autoridades é o reflorestamento. “Todo país que estivesse crescendo demais deveria pagar por isso. Seria um incentivo à redução das populações e um benefício para o meio ambiente como um todo porque o planeta não agüenta mais essa situação.” E completa: “Com o aumento da população mundial, a diminuição das áreas de floresta e de espécies animais é inevitável. Mais áreas de lavoura, pastos e gado. Tudo isso provocou aumento de gás carbônico, gás metano e aumento substancial da temperatura na Terra”.

Ponderações
Sobre a retirada sustentável, o chefe da divisão de Meteorologia do Centro Técnico Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), Ricardo Delarosa, pondera que não existe maneira de desenvolver sem degradar de alguma forma. Para ele, a redução da população seria uma das alternativas existentes.

Ele destaca também que é incontestável que o desenvolvimento e o progresso geram perturbações e degradações nos sistemas naturais. Contudo, pondera que o grande problema das nações não é a falta de alimentos, mas a distribuição imperfeita desses recursos alimentares.

“Entendo que o que está acontecendo é uma distribuição desigual das riquezas e recursos. A população cresceu muito, mas a produção de alimentos cresceu também”, disse.

“Eu entendo que o desenvolvimento sustentável é uma contradição. Não vejo como desenvolver e ter sustentabilidade, ao mesmo tempo; pelo menos não do ponto de vista da conservação dos sistemas naturais como a gente os conhece. Temos que trabalhar para minimizar esse custo que é um ônus imposto à natureza.
Acredito que é preciso haver uma conscientização para distribuir melhor os recursos e as riquezas. Isso seria mais efetivo do ponto de vista de preservar mais o ambiente que a gente vive”, concluiu.

Fúlvio Costa, com informações do INPE
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Agência Nacional de Águas publica Relatório sobre a situação dos recursos hídricos brasileiro

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Passado o mês que comemora o Dia Mundial da Água, a Agência Nacional de Águas (ANA) apresenta em seu portal [www.ana.gov.br] a primeira edição do relatório de “Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil”. O lançamento ocorreu no último dia 26 de março, durante a reunião extraordinária do Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH) no auditório do Ministério da Cultura, em Brasília.

O relatório da ANA destaca a qualidade das águas brasileiras e a situação da gestão desses recursos até 2007. “O primeiro Relatório de Conjuntura apresenta o panorama da situação dos recursos hídricos no país e de sua gestão. A publicação sistemática e periódica desse produto é de extrema importância para avaliação da situação dos recursos hídricos em escala nacional e do grau de implementação da Política Nacional de Recursos Hídricos”, diz o diretor-presidente da ANA,José Machado.

A publicação é fruto de parceria com órgãos gestores estaduais, o Departamento Nacional de Obras contra as Secas (Dnocs), o Ministério das Cidades, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a Secretaria de Recursos Hídricos, e outros.

Informações do Relatório

Essa edição do “Relatório de Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil” contém dados e informações sobre disponibilidade de águas superficiais e subterrâneas; precipitação; principais demandas; eventos críticos; qualidade da água, setores usuários, usos consultivos, como saneamento ambiental e irrigação; usos que não consomem água, como hidroenergia e navegação; evolução de aspectos legais e institucionais; recursos e aplicação financeira do setor, entre outras informações. Leia o Relatório na íntegra. Clique AQUI

Fúlvio, com informações da ANA
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